29 de julho de 2009

Será?



Me disseram hoje uma frase que ficou na cabeça.
'Se conhece namorado quando vira EX.'
Se isso é mesmo verdade, então as pessoas tem prazo de validade de caráter
ou o amor realmente cega a gente?
Confesso que por experiências próprias não posso negar a afirmação.
Talvez não seja exatamente assim,
mas pra mim ou o prazo de validade venceu,
ou no fundo, a pessoa nunca valera mesmo aquilo que eu estimava.
Mas então, se a teoria se aplica...
Somos felizes hoje, amamos, nos entregamos,
vivemos os melhores momentos que alguém pode ter.
E aí amanhã você acorda e quando vê, se depara com alguém
que você não conhecia até então, capaz de coisas que você nunca imaginou.
Na verdade acredito que as pessoas sempre dão indícios de quem elas são,
ninguém consegue fingir o tempo todo, todo o tempo.
mas a gente prefere acreditar nos deslizes,
nunca aceitando que sejam mesmo traços de caráter e personalidade.
E assim nós mesmos nos enganamos, por amor...
ou falta de amor, nesse caso, por si mesmo.

Mas uma coisa é certa, se EX servisse, seria atual!


4 comentários:

Glau Ribeiro disse...

hahahaha.

Aaaah, foi engraçado vai. Ri um bocado aqui.

Acho que história de manter amizade com ex, é supermega relativo. Cada relacionamento é único e num dá pra generalizar nada quando se trata de afinidade entre duas pessoas...

Beeeeeeejo, lindona!

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Janaína,

Acabar um namoro já é doloroso por natureza, imagina com essa mudança brusca de comportamento. O negócio é ser feliz enquanto estamos juntos. Porque depois que tudo termina, as coisas mudam, até os gostos e dizeres.

Beijo grande, menina linda.

Rebeca

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Luh Mahé disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cadinho RoCo disse...

Tenho muito cuidado com as tentações propostas pelo rigor. O fato é que somos seres em constante mutação porque nascemos para crescer sempre e isso é uma constante que propõe mudanças, ajustes, acertos e defeitos. O que não quer dizer que o amor seja capaz de, propriamente dito, cegar alguém, muito antes pelo contrário. Prefiro acreditar na enorme capacidade de purificação do amor, processo que nem sempre é fácil simples de ser assumido.
Cadinho RoCo