13 de fevereiro de 2008

Eu me basto.

Escolhi jogar fora essa coisa puída de todos os dias, essa espera louca e desesperada por algo ou alguém que eu nem sei se vai chegar.
Desde então, eu me basto. Me basto para acordar e dar Bom Dia pra vida,
pra tomar banho sem reclamar que a água tá frio, tomar o café sem pressa,
ir em direção à porta e perceber que esqueci as chaves, sem me irritar por voltar e buscá-las.
Me basto para acreditar que o amanhã trará novos sonhos, novas expectativas e novas realizações.
Me basto pra não sentir medo do novo, do inesperado.
E agora então, me basto para fechar a porta que permanecia aberta, esperando você voltar.

"Eu rabisco o sol que a chuva apagou."
♪♪

3 comentários:

Rayssa disse...

é meu sim. todos que eu boto no blog são meus. os que não são meus eu ponho no flickr. mas no flickr tem uns que são meus também... talvez tu tenha visto lá. o texto é antigo pow, acho que já deve ter rolado até pelo meu antigo fotolog.
eu pedi pra tu pôr os créditos pq era mais pra saber se os textos eram seus. pra falar a verdade eles se parecem muito contigo, por isso que eu aposto nisso [deles serem realmente seus]. tendeu?

eu vou passar aqui com mais tempo. tem altos textos que ainda não li.

Belle disse...

tu escreve como quem fala!
tu fala como quem escreve!


te amo

Brunno Soares disse...

adorei o texto, mt bem colocado.

''Palavras bem encaixadas...''

Bastar-se a si mesmo e nada mais. É que a vida ensina dia-a-dia.

Tô aprendendo, dá umas dicas aee!!

bjo... seria absurdo dizer que te amo? Humm...

Te amo, absurdamente.